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Epidemias impulsionam mercado de inseticidas e repelentes

Conjuntura / 16:27 - 01 de Jun de 2016

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As epidemias de zika vírus, dengue e febre chikungunya impediram que a crise chegasse ao mercado de inseticidas e repelentes. Segundo estudo da Kantar Worldpanel, a penetração dos produtos cresceu em todas as classes sociais e está em ascensão desde 2012. Só os repelentes ganharam aproximadamente 875 mil lares compradores em 2015, sendo a penetração nos lares o principal driver de crescimento, porém perdem frequência de compra e volume por viagem. O perfil dos compradores de repelentes se concentram em donas de casa até 29 anos da classe A/B1 do Interior de São Paulo e Grande Rio de janeiro. Já o perfil dos consumidores de inseticidas são donas de casa com mais de 50 anos, também da Classe AB e nas mesmas regiões. O levantamento aponta ainda que 31% dos lares compradores de inseticidas em 2015 não havia adquirido o item em 2014 e 2013. No caso dos repelentes, o número vai a 73% dos domicílios. De acordo com os dados, os inseticidas possuem alta taxa de repetidores, com cerca de 75% dos consumidores comprando o produto em 2014 e 2015. Categoria menos consolidada, os repelentes registraram apenas 22% de repetição no mesmo período.

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